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terça-feira, 21 de março de 2017

B. Recluse Occurence toca no Bar do Bar.

Para quem não pode ir no Fusão Industrial II, eis aqui um ótima oportunidade para ver este duo que extrapola gêneros musicais eletrônicos. 





Onde? Curitiba no Bar do Bar
Endereço? Avenida dos Estados, 825, Água Verde.
Quando? Dia 8 de abril de 2017. 
Que horas? 7 da noite.
Quanto? 6 reais. 

sexta-feira, 3 de março de 2017

Membrana

Interessades na criação de uma rede afetiva, crítica e colaborativa de leitores, ouvintes e escritores, lançamos esta chamada para criação de uma grupa de encontres efetivos para troca. A ideia é que nos encontremos quinzenalmente para mostrar e debater nossa produção de escrita (em qualquer formato). A grupa demanda participação ativa, coletiva e horizontal para que ocorra verdadeiramente. Este será o mote. A grupa não contempla lideranças, não se assemelha a uma aula, a uma oficina, a uma palestra ou a workshops.
O cronograma prevê que a cada encontro 2 pessoas mostrem seus trabalhos, em andamento ou finalizados para que possamos exercer o ouvir e o ler sobre os diversos trabalhos em produção. Junto com a apresentação de seu texto, a ideia é que a pessoa traga uma proposta de escrita, um exercício, uma temática, uma ação, um ritual, um desejo de compartilhamento que seja mais vasto que a ação da escrita em si.
A Membrana, além de reuniões quinzenais, terá encontros abertos ao público, com artistas convidados para o compartilhamento de processos artístico-literários.
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Os encontros acontecerão na Casa Selvática (Rua Nunes Machado, 950), quinzenalmente às terças-feiras das 19h às 21h30.
O primeiro encontro é dia 11 de abril.
Investimento: R$ 100 até o primeiro encontro ou R$ 120,00 até o terceiro.
Inscrições até: 28 de março.
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FICHA DE INSCRIÇÃO: https://goo.gl/forms/jksFR9VX3CRjgT7M2

Mais informações: membranaliteraria@gmail.com  facebook.com/membranaliteraria  http://www.selvatica.art.br/membrana

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Fusão industrial II


Para conhecer melhor as bandas que apresentarão no Fusão Industrial II. 

B. Recluse Ocurrence:
Página do Facebook
Bandcamp

Antiline:
Página do selo

Tratores de Luxo:
Soundcloud

Daniel Tree:
Disco 1
Disco 2


Mais informações sobre o evento: http://brecluseoccurrence.blogspot.com.br/

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Economias subversivas


Nuvem
No começo de dezembro a Nuvem vai organizar o encontro Economias Subversivas. Durante 5 dias estaremos compartilhando novas maneiras de fazer trocas, investir, descrescer e financiar ações e projetos, num ambiente de imersão. Se você tem uma ideia ou uma experiência que gostaria de compartilhar, leia a chamada e se inscreva. Serão convidadas 5 a 7 pessoas de qualquer parte do Brasil com passagem, alimentação e hospedagem.

Há décadas, desde a hegemonia do modelo neoliberal, os governos e populações se tornaram subordinados aos grandes grupos financeiros. Mesmo com eleições regulares, os representantes escolhidos pouco podem fazer – ou querem fazer - em relação a esse arranjo de poderes. Na crise especulativa de 2008, foi a população que teve de pagar o resgate das instituições financeiras, enquanto até os bônus dos CEOs das corporações delinquentes foram mantidos.

O encontro Economias Subversivas quer investigar ideias e iniciativas que desmontem os modelos existentes. Os startups “disruptivos”, em sua maioria, só fazem reforçar sistemas de controle financeiros e concentrar ainda mais a renda em estruturas hierarquizadas e fechadas. Acreditamos que a economia pode ser plataforma e tubo de ensaios para criatividade de qualquer um. Afinal as finanças são baseados no crédito, que nada mais é do que a ideia de emprestar bens à base de confiança, e, opcionalmente, de uma compensação. Das grandes navegações e os primeiros bancos até os fundos hedge e as criptomoedas, toda economia se baseia nessa premissa.

Procuramos projetos que sejam sustentáveis economicamente, mas controlados pelas comunidades e que as beneficiem. A difusão e barateamento da tecnologia possibilitam que apareçam soluções locais. A geração de energia, produção de alimentos, comunicação, transportem já prescindem dos grandes modelos verticais. Porque continuamos a depender das megaempresas de infraestrutura? Porque as células produtivas continuam a ser baseadas no empreendedorismo centralizador, hierárquico, voltado para enriquecimento pessoal, enquanto os modelos cooperativos se tornam cada vez mais difíceis de realizar?

Queremos alternativas para as moedas, para os bancos, financiamentos e investimentos. O modelo econômico baseado no crescimento do PIB atingiu o limite planetário de produção de bens. Produz-se alimentos suficiente para 10 bilhões de pessoas, enquanto quase dez por cento dos 7 bilhões de humanos passa fome.

Nesse encontro, serão selecionadas 5 a 7 propostas, ideias, elucubrações – práticas ou teóricas, ficcionais ou em andamento – que queiram subverter a ordem econômica existente através de microprojetos, romances, instalações, startups cooperativos, criptocréditos, arranjos produtivos, mercados de trocas, etc. Durante os 5 dias do encontro, os selecionados irão interagir com os convidados – pessoas que já realizaram projetos similares, ou que tem estudos sobre o tema – sobre a viabilidade, potenciais e fraqueza do seu projeto. A Nuvem oferece transporte, alimentação e hospedagem para todos os participantes. A hospedagem é na própria casa do encontro, em quartos coletivos mistos com 4 pessoas cada, no máximo; a alimentação é vegetariana.

Além da chamada para o encontro, convidaremos em breve a enviar textos em torno do tema, de até 30 laudas, para uma publicação com lançamento no começo de 2017.

Mais infos: aqui

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Mostra de Música Experimental da Bahia acontece no Estúdiofitacrepe


 O EstúdiofitacrepeSP recebe a Mostra de Música Experimental da Bahia nos dias 29 e 30 de outubro de 2016 (sábado e domingo), sempre às 16h. Os ingressos tem valor sugerido de R$ 20 (somente em dinheiro).
No sábado, dia 29/10 (16h), acontece o show de Oco do Àtomo e Plasmáveis (convidado: George Christian) Sê-lo! convida Al Revés: Bruno Rohde + Jan Alahtac + Edbrass + Alexandre Marino + Bruno Hiss. No domingo, 30/10 (16h), acontece o show  Bruno Rohde + Jan Alahtac Sê-lo! convida Radio Diaspora: George Christian + Heitor Dantas + Rômulo Alexis + Wagner Ramos
Com curadoria do Sê-lo! Netlabel, o evento visa apresentar aos paulistas um panorama do que anda acontecendo na cidade de Salvador nos últimos anos, com artistas das mais variadas linguagens.
Serão seis músicos baianos apresentando seus trabalhos solos, coletivos e em colaborações com artistas de São Paulo. Destacando dois artistas do Selo Al Revés e o duo Radio Diaspora, cujo primeiro album foi lançado pelo Sê-lo! em 2016.
Os shows fazem parte do Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular– Palcos musicais, contemplado pelo estúdiofitacrepeSP em 2015. Até julho de 2017, o estúdiofitacrepeSP vai receber quarenta apresentações de música instrumental com a participação de 100 músicos de cidades como São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia e Porto Alegre.

Celeiro Musical
A Bahia tem história no campo da música experimental e de vanguarda. A Escola de Música da UFBA é reconhecida nacionalmente como uma das mais inventivas nessa linha, tendo passado por ela figuras como Walter Smetak, Hans-Joachim Koellreutter, Ernst Widmer, Jamary Oliveira, Agnaldo Ribeiro, Tuzé de Abreu e Tom Zé.
Essa informação influenciou algumas bandas identificadas com o punk-rock no final dos 80 e início dos 90. Bandas como Pulsa, Crac!, Tritor, Guizzmo, Lisergia, Dever de Classe e algumas outras se destacaram no quesito experimentalismo e abriram as portas da música torta para as novas gerações.

Atualmente essa cena conta com músicos de perfis distintos, mas que cada vez mais tem dialogado entre si e criado situações de singularidade no centro e periferia da cidade. Nessa primeira mostra estarão Bruno Rohde, Edbrass, George Christian, Heitor Dantas, Jan Alatac e Orlando Pinho.
Em 2016, em particular, foi um ano intenso para esses artistas, com eventos como o Nunada, Dominicaos, Largo e Novas Escutas acontecendo regularmente e apresentações de artistas de renome nacional e internacional como Maurício Takara, Peter Brötzmann, Lee Ranaldo e Peter Jacquemyn, trazidos pela Low Fi - Produtora.

Sobre estúdiofitacrepeSP
É um espaço destinado à produção, criação, divulgação, formação e apresentações de música instrumental experimental. Entre 2014 e 2016, o estúdio já realizou mais de 100 apresentações de artistas de São Paulo, São Carlos, Campinas, Porto Velho, Maceió, Goiânia, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Bahia, Nova York, Chicago, Suíça, Inglaterra, Alemanha, China, Noruega, Áustria, Polônia, Suécia, Itália, México, Argentina, Chile, Portugal, Irlanda e Espanha.
A programação completa e mais informações sobre o estúdio pode ser encontrado no link: www.estudiofitacrepesp.com

SERVIÇO RÁPIDO
estúdiofitacrepeSP >Mostra de Música Experimental da Bahia
Programação Continuada para a Música Popular – Palcos musicais

o quê: shows
quando:
29/10 (sábado), 16h
Oco do Àtomo e Plasmáveis (convidado: George Christian)
Sê-lo! convida Al Revés: Bruno Rohde + Jan Alahtac + Edbrass + Alexandre Marino + Bruno Hiss

30/10 (domingo), 16h
Bruno Rohde + Jan Alahtac
Sê-lo! convida Radio Diaspora: George Christian + Heitor Dantas + Rômulo Alexis + Wagner Ramos

local: estúdiofitacrepeSP
rua consolação 2.582 - sala 12 l consolação l são paulo
metrôs: estações paulista (linha verde) e consolação (linha amarela)
quanto: R$ 20 (sugerido) somente em dinheiro

classificação: livre

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Lançamento do livro de Rudolf Rocker: A TRAGÉDIA DA ESPANHA


Ainda dentro das atividades comemorativas dos 80 anos da Revolução Espanhola a Biblioteca Terra Livre anuncia o lançamento da segunda edição (em parceria com a L-Dopa Publicações) do essencial livro do anarquista alemão Rudolf Rocker sobre a Revolução Espanhola no Centro de Cultura Social. Haverá exibição de filmes produzidos pela CNT sobre os aspectos construtivos da revolução seguido de debate com todas pessoas presentes.
O livro estará sendo vendido com desconto (de R$25 por R$20). O desconto vale também para as compras online até 31/8. Os pedidos podem ser feitos através do email: livrariaterralivre@gmail.com
Não perca!
Lançamento do livro de Rudolf Rocker:
A TRAGÉDIA DA ESPANHA
Ciclo: 80 anos da Revolução Espanhola
16/08.Terça.19h
Exibição de filmes de época da CNT e debate sobre Guerra e Revolução na Espanha.
Local e apoio: Centro de Cultura Social
Rua General Jardim, 253 – sala 22
próx. Metrô República
Entrada Franca


Fonte: Biblioteca Terra Livre 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Festival Internacional de Música Experimental


A segunda edição do FIME – Festival Internacional de Música Experimental ocorre em São Paulo, de 16 a 30 de julho de 2016.

Nesta segunda edição temos como direcionamento temático para a programação a ideia de limite, ideia esta aberta à interpretação dos participantes, com sua múltiplas acepções e compreensões. Algumas delas, presentes na programação, relacionam-se, por exemplo: aos limites físicos do intérprete e do instrumento; aos limites entre música e silêncio, música e ruído; à interdependência de mídias; aos limites de autoria e reprodutibilidade; à dissolução de fronteiras entre práticas, gêneros e formatos; dentre outros.

A maior parte da programação do Festival foi feita por meio de uma chamada de propostas, modo que vemos como democrático e inclusivo, e por meio da qual pudemos entrar em contato com a prática artística de centenas de pessoas de dezenas de países.

A partir disso, pretendemos compor uma programação marcada pela diversidade, com uma amostra de diversas práticas musicais recentes. Também buscamos na programação um equilíbrio numérico dos participantes por gênero e por regiões (considerando Brasil, América Latina e outras localidades).

O FIME – Festival Internacional de Música Experimental é organizado pelo Ibrasotope.

Mais info: AQUI

terça-feira, 17 de maio de 2016

Show de caloures na casa selvática.

A Casa Selvática, espaço cultural independente caracterizado por promover ações artísticas de resistência, realizará neste mês de maio o SHOW DE CALOURES. O evento revisita o formato de programas de auditório como o Show de Calouros e o Cassino do Chacrinha, trazendo performances e números artísticos que vão acalorar a cidade.
Apresentada por Leonarda Glück, a primeira edição do SHOW DE CALOURES acontecerá no próximo sábado (21/05) na Casa Selvática, e contará com júri especializado composto por: Maurício Voghe, Ricardo Garanhani, além de Iria Braga e Simone Magalhães que se apresentarão durante o intervalo do evento. O júri especializado contará com o público presente para a avaliação dos "caloures", reiterando a menção aos programas de auditório.
Para participar basta enviar uma breve descrição do número artístico (com duração máxima de 4 minutos) para o e-mail showdecaloures@gmail.com. As inscrições tem um custo simbólico de 3 reais e os participantes concorrerão a um irônico prêmio de 1 milhão, confeccionado pelos artistas residentes da Casa Selvática.

Confirme sua presença no evento: www.facebook.com/events/1608921232756611/
Serviço:
SHOW DE CALOURES NA CASA SELVÁTICA
Datas e horários: 21 de maio, sábado - a Casa abre às 18h, as apresentações iniciam-se às 20h
Local: Centro Cultural Casa Selvática – Rua Nunes Machado, 950
Valor: R$ 10,00 (caloure que se apresenta, tem entrada franca ao evento)
Capacidade máxima do espaço: 50 pessoas
Duração: 4 horas
Site: selvatica.art.br /  www.facebook.com/events/1608921232756611/
Telefones: (41)30135188 / 98425030

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Orlando Azevedo apresenta a mostra “Ruínas”

Fundação Cultural de Curitiba
Há mais de três décadas o fotógrafo, editor e curador Orlando Azevedo vem registrando construções desmoronadas ou abandonadas em diversos locais do país e exterior.
Sessenta e uma imagens desse trabalho, em cor ou preto e branco, compõem a mostra “Ruínas”, que entra em cartaz na próxima quinta-feira (4) e permanece até 27 de março, no Museu Municipal de Arte (MuMA), no Portão Cultural.
Orlando assume seu pseudônimo de Jacob Bensabat para fazer um caminho dentro de um labirinto dos interesses que tem na fotografia e suas possibilidades de expressão.
“Ruínas são o constante reviver e rever de uma porta oculta e do culto da morte enquanto vida e transformação”, diz o fotógrafo. A exposição deverá seguir para outros museus e espaços do Brasil.
Ainda neste ano está previsto o lançamento em livro deste projeto. Orlando Azevedo nasceu em 1949, na Ilha Terceira, em Açores (Portugal). Vive no Brasil desde 1963 e é formado em Direito.
Dedica-se profissionalmente à fotografia documental em projetos especiais, assim como à criação autoral, em seu estúdio em Curitiba. É especializado em expedições e projetos de longa duração.
Tem oito livros publicados.

Informações:
Exposição “Ruínas”, de Orlando Azevedo
Local: MuMA – Museu Municipal de Arte – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3430) - Sala 1 (primeiro andar)
Data e horário: de 4 de fevereiro a 27 de março. De terça-feira a domingo, das 10h às 19h
Entrada franca    

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Vela Preta - sétima edição.

VELA PRETA VII
31/10 - Halloween

⧽FRONTE VIOLETA
Sobreposição, guitarra, baixo, essência, ondas, livre fluidez abstrata vindas de São Paulo pelo selo DAMA DA NOITE DISCOS - info


⧽ Objeto Amarelo
Em passagem de última hora por Curitiba, o projeto abrasivo-abstrato do Carlos Issa está na ativa desde 99 e se apresenta no Vela lançando seu álbum "Lado de Fora", pelo Meia-Vida. info

⧽FLORES FEIAS
Novo lançamento post-punk/ritual-drone da Aline Vieira, também pelo Meia-Vida.

BITCH PITCH
Drag Noise Bitch!  info

⧽VABA MARAT
Black noise larval antifacista desde 2011  info

Afterparty com:

⧽G. PAIM (DEPÓSITOS NOTURNOS)
Industrial Techno live PA  info

⧽I.C.G. (dj - DEPÓSITOS NOTURNOS)
Techno 220v direto de SC.

⧽ ANTILINE (dj - DEPÓSITOS NOTURNOS)
Masking for pleasure

⧽GVODHI (dj - Repulsa)
Pink-rave belzebu. Techno de unha postiça,

 Exposições de:

Andrey Kutchma
Anelena Toku (info)
Carla Boregas
Gustavo Paim (info)

Performances de:

Ariel Teske
Iuska Wolski

Exibição do curta:

"Bom Dia Carlos" dirigido pelo Gurcius Gewdner
Banquinha de cerâmicas com Nuvvem e material independente com os selos.

Mais informações na página do evento: aqui

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Festival Fora de Forma

Começa hoje o Festival Fora de Forma organizado pelo coletivo Wake Up Colab. Serão três dias de apresentações eletrônicas, perfomances e oficinas. Abaixo o flyer com o nome das apresentações. Descubra por conta própria onde acontecerá...

Página do Evento: aqui

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

VII Fórum de tecnologia em software livre

O Evento
O Fórum de Tecnologia em Software Livre, FTSL, é um evento anual, sendo considerado o maior e mais importante evento de Software Livre de Curitiba e Região, e  tem como propósito a disseminação de novas tecnologias baseadas em Software Livre, bem como, a troca de experiências com as comunidades, universidades e empresas públicas e privadas, por meio de palestras, painéis/mesas-redondas e oficinas/minicursos.

Local de realização: Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Av. Sete de Setembro, 3165. Mapa do local

As atividades da programação estarão divididas em:

Apresentações Orais: apresentação de artigos científicos
Palestras: realizadas por acadêmicos, estudantes, profissionais do mercado, empresas, políticos e pensadores com o intuito de aprofundar os conhecimentos científicos, técnicos, mercadológicos, políticos e sociais do Software Livre e da Liberdade do Conhecimento;
Minicursos/Oficinas: ministrados por profissionais a fim de transmitir conhecimentos práticos de um determinado assunto por meio de treinamentos e capacitação;
Mesas-redondas/Painéis: contará com a participação de profissionais e estudiosos do temas,  qualificados e capacitados para conduzir as discussões de forma a incentivar o pensamento crítico dos participantes, visando a estimulação do debate sobre temas acadêmicos, tecnológicos e sociais relacionados ao Software Livre e a Liberdade do Conhecimento.

Mais informações você encontra AQUI

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Dia nacional do ciclista

Hoje é comemorado o dia nacional do ciclista, lei aprovada em 2007 no Congresso Nacional. Em dezembro do ano passado, depois de mais de 20 anos, comprei uma bicicleta. Uma Caloi 10 reformada da década de 80 bordô, reformada e com 12 marchas. Sábado passado eu terminei de montar minha terceira bicicleta, peguei um quadro de caloi 10 da década 90 e transformei-a em uma single speed, ficou muito mais divertido pedalar por aí.
Neste menos de um ano, cai e estourei meu cotovelo, cruzei a cidade com um bando de ciclistas experientes em uma noite (este dia eu pensei que ia morrer o tabagismo e o álcool em excesso já começa a cobrar o preço) andei com famílias a cinco por hora, fui a homenagens para ciclistas mortos no trânsito, e mais recentemente vou e volto todos os dias do trabalho, além de finais de semana que pedalo pelo bairro sacando as mudanças e ruas que não conheço. Meu ritmo ainda é fraco, mas talvez esteja melhor desde quando recomecei a pedalar.
Foi nesta semana que nasceu a bicicletaria cultural quatro anos atrás. A bicicletaria cultural é bem diversa em suas propostas, fruto de uma mistura de gente que aparece no lugar e faz acontecer.  Desta forma eles estão com uma programação especial em comemoração ao aniversário da bicicletaria.

Confira: AQUI

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

3º Bienal de Música Hoje - Programação


Confira os concertos da Bienal Música Hoje. Todos os eventos sem valor especificado têm entrada franca

Agosto

Dia 14
Orquestra de Câmara de Curitiba. Capela Santa Maria (R. Cons. Laurindo, 273), (41) 3321-2840. Às 20 horas (palestra às 19h15). R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

Dia 15
Orquestra de Câmara de Curitiba. Capela Santa Maria. Às 18h30 (palestra às 17h45). R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

Dia 16
Sopro5. Universidade Positivo – Campus Praça Osório (Praça Gen. Osório, 125), (41) 3068-7715. Às 17h30. Palestra às 17h. R$10.

Dia 17
Ars Iubilorum. Comunidade do Redentor (R. Trajano Reis, 199 – São Francisco), (41) 3223-4745. Às 20 horas. Palestra às 19h15.

Dia 18
Ensemble Nih Nik. Departamento de Artes da UFPR (R. Cel. Dulcídio, 638 – Batel), (41) 3307-7303. Às 18h30. Palestra às 17h45.

Móbile. Capela Santa Maria. Às 20 horas. Palestra às 19h15. R$5.

Dia 19
International Contemporary Ensemble. Capela Santa Maria. Às 20 horas. Palestra às 19h15. R$5.

Dia 20
Zelia Chueke. Departamento de Artes da UFPR (R. Cel. Dulcídio, 638 – Batel), (41) 3307-7303. Às 18h. Palestra às 17h45.

Myotis Kollektiv. Capela Santa Maria. Às 20h. Palestra às 19h15. R$ 5.

Dia 21
Concerto-palestra do Grupo de composição do Sesi. Capela Santa Maria. Às 18h30. Pré-concerto às 17h45. R$ 5.

Entre Sons e Imagens. Capela Santa Maria. Às 20h. Pré-concerto às 19h15. R$ 5.

Dia 22
Nova Camerata. Capela Santa Maria. Às 17h30. Palestra às 17h.

Orquestra Filarmônica da UFPR e Ensemble entre Compositores. Praça Santos Andrade. Às 20h. Palestra às 19h15.

Mais informações: AQUI

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Panquecas Fantasmáticas

No dia 20, às 20 horas, no SESI na Marechal Floriano,458, será realizada uma ação que mistura culinária com música de ruído, o evento será gratuito. Gerar sons a partir de rituais culinários é uma das ideias exploradas dentro da seara da eletroacústica, do noise music entre outros gêneros, ativando dois sentidos; paladar e audição. Neste ano em Curitiba aconteceu o NME chá que você pode ler aqui. Também em 2015 aconteceu no Museu Municipal de Arte uma versão misturando comida gourmet e sons, você pode saber mais sobre o projeto lendo um artigo do Globo aqui
O conceito também já foi desenvolvido no disco "Food-Veggie" lançado em 2002 na Noruega pelo selo Rune Grammofon, onde mescla artistas do Free jazz e música de improviso cozinhando comida vegana, com trompetes, baixo acústico, samples, vocais, saxofones...
Abaixo segue uma apresentação de uma performance realizada por Dave Philips e Eric Boros chamada "Easy vegan cookie" também realizada em 2002. 



terça-feira, 10 de março de 2015

Humberto Teixeira é tema do projeto + Música no Museu Oscar Niemeyer

Doutor do Baião – 100 Anos de Humberto Teixeira” é o primeiro espetáculo da temporada do projeto.Quem for ao show ganha uma entrada para visitar o museu

O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza dia 12 de março, quinta-feira, às 20h30, no Auditório Poty Lazzarotto, o projeto + Música. A entrada é gratuita e dá direito a um ingresso para visitar o museu. Esta primeira edição de 2015 traz o espetáculo “Doutor do Baião – 100 Anos de Humberto Teixeira”, em homenagem ao aniversário de 100 anos do compositor.

A capacidade do auditório é de 372 pessoas e os convites podem ser retirados na bilheteria do museu a partir do dia 07/03, sábado, das 10h às 18 horas, até o esgotamento. A bilheteria estará fechada apenas na segunda-feira (09/03).

Os objetivos do + Música são formar plateia, permitir o acesso de todos à música e proporcionar a troca de experiências de artistas locais com artistas de outros lugares do país. Também fortalecer a relação do público com o museu, por meio da integração entre as diversas formas artísticas. O + Música desta quinta-feira tem direção-geral de Rodrigo Fornos, direção musical de Vicente Ribeiro, direção cência de Ane Adade e Rodrigo Fornos e produção da MPB Jazz e Milena Buzzetti.


+Música
Criado em março de 2013 com a ideia de reunir artistas múltiplos (além de cantores, muitos deles são também atores, bailarinos, artistas plásticos, compositores), abordou inúmeros estilos musicais e recebeu grandes nomes, Célia, Zé Luiz Mazziotti, Vicente ribeiro, Karol Conka, Michele Mara, Jeff Sabbag, Endrigo Bettega, Kátia Drumond, Ricardo Verocai, MUV, músicos latino-americanos, a velha guarda do jazz curitibano dos anos 1940 e 1950, como Gebran Sabbag, Fernando Montanari e Saul do Trompet para contar diversas trajetórias da música mundial.

Em 2015, o projeto integra o Plano Anual do Museu Oscar Niemeyer e tem patrocínio da Uega – Usina de Energia a Gás de Araucária. Além disso, o MON está preparando diversas atividades em outras áreas culturais que vão ocorrer no espaço ao longo do ano.

Humberto Teixeira
Personagem esquecido, mas central para a música popular brasileira no Século 20, o compositor e letrista cearense Humberto Teixeira foi anônimo para muitos. Porém, foi com a grande parceria com Luiz Gonzaga (1912 – 1989) em clássicos que povoam o imaginário de sucessivas gerações de brasileiros, como Asa Branca, Assum Preto, Juazeiro, Respeita Januário e No Meu Pé de Serra, que escreveu sua história. Além de ter ajudado a colocar o trio sanfona, zabumba e triângulo no mapa de nossa música.

A parceria com Luiz Gonzaga também atribuiu à Humberto Teixeira o status de teórico da música popular. À força intuitiva do genial Mestre Lua, o Doutor do Baião acrescentou um pensamento evolutivo fundamental para a valorização da cultura nordestina em todo o País, como ele mesmo enfatizou na entrevista de 1974: “Depois de resolvermos que o ritmo que nós queríamos lidar como saída para a implantação da música nordestina no Sul do País era o Baião, tratamos de urbanizar, de dar características nacionais a esse ritmo eminentemente telúrico e a esse tipo de música tão ligada às coisas do Norte.”

A alcunha “Doutor do Baião” foi atribuída a ele por ter sido advogado.

Serviço:
+ Música – “Doutor do Baião – 100 Anos de Humberto Teixeira”
Data: 12/03/15 (quinta-feira)
Horário: 20h30
Local: Museu Oscar Niemeyer – Auditório Poty Lazzarotto – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba – PR
Entrada gratuita – os convites devem ser retirados a partir do dia 07/03, sábado, na bilheteria do museu de terça a domingo, das 10h às 18h – vale uma entrada para visitar o MON até 12/04/15. A bilheteria do MON não abre às segundas-feiras.
  
IMPORTANTE:
• A bilheteria do Museu Oscar Niemeyer não abre às segundas-feiras.
• Serão disponibilizados 2 (dois) convites por pessoa.
• O evento tem parceria com o Provopar Estadual. Se você puder, doe 1 kg de alimento não-perecível.
• O ingresso é válido para entrada até às 20h do dia do espetáculo (12/03 - quinta-feira).
• A capacidade do Auditório Poty Lazzarotto é de 372 pessoas.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Mais uma edição do Vela Preta nesta sexta.


Nesta sexta-feira, dia 13 de fevereiro. Rola mais uma edição do Vela Preta, se apresentarão Gatto Pardo, post-punk paulistano e o projeto de ruído Círculo Avesso. Terá também perfomance de Tiago Rubini e exposições artísticas. 


Cruzando caminhos:

Gattopardo 
Pós-Punk paulistano abrindo a tour de lançamento do seu primeiro LP
https://gattopardo.bandcamp.com/releases

Círculo Avesso
Noise-punk, história invisível não-idiomática.
https://meia-vida.bandcamp.com/album/hist-ria-invis-vel

Performance:

MRGA por Tiago Rubini

Exposição Meia-Vida:

Eexiste GENTE - // and Glitch Art (Felipe Augusto e Eto Godoy)
http://eexistegente.tumblr.com/

Manual de Subjetivação por Aline Vieira.
sobre sujeitos e objetos

Fotografias de Akio Garmatter.
http://akiooika.tumblr.com/
https://www.flickr.com/photos/g_oika_n_g

Fotografias de Cicely Salamunes.
http://csalamunes.tumblr.com/

Instalação sonora por Gustavo Paim.

Discotecagem Antiline — coldwave // darkwave // minimal synth//

Tattoo Flash Vela Preta - Brotherhood Custom Tattoo 
Ariel Teske
Helena Cinirla
André Sant Anna

19h
Dia 13
Dez reais
DamaDame: tapajós 19 mercês.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Joy Division Cover, uma banda só com músicas autorais.

Joy Division Cover - 2015.


Há tempos as pessoas se pegam rotulando umas às outras. No início do século passado, os Estados Unidos em crise, classes sociais empobrecidas e postas à margem eram classificadas por termos infames. Nasce daí, por exemplo, a cultura White trash na América e os Chav no Reino Unido. São também dessas classes que surgem movimentos como Hobohemia no início do século XIV.
De lá pra cá as rotulações não pararam, um exemplo mais recente seria alguns europeus racistas, pós ataque a um jornal satírico francês, ficarem dizendo que isto seria coisa de “muzzies” ou “turtle cock”. Aproveitando o ensejo vale dizer que a cultura árabe e muçulmana tem sofrido ataques de preconceito há anos. Note-se que após o onze de setembro um senador estadunidense disse algo como “Qualquer um usando fralda na cabeça deve ser revistado”, caricaturando todo um povo e vários países como o mal planetário, o que Bush chamou de “Eixo do Terror”.
Refletindo podemos inferir que dentro destas regiões, grupos, classes, surgem culturas específicas. A cultura White trash é retratada em filmes como Trash Humpers, Gummo, Kids e Suburbia. Mostra-se delinquência, relacionamentos destrutivos, comportamentos antissociais e o deslocamento civilizacional desses grupos. Em termos nacionais podemos pensar no funk carioca e o quanto ele agride e incomoda afrescalhados culturais.
Dito isto, lançamos olhares à recente banda nascida em Curitiba – Joy Division Cover. Até o momento foram duas apresentações que tem um quê do que citei acima mais uma transfusão de pústulas da subcultura brasileira.
Basta lembrarmo-nos das cenas Flogger, Emo, Clubber, cosplayer, gótica etc, e prestarmos atenção no vocalista gritando em tom irônico e rebelde “A vida é má, estou sofrendo”. Isto sintetiza muita coisa.
O vocalista da banda esteticamente lembra muito o Roger Smith do The Cure em suas performances melancólicas e sua cabeleira com laquê. O baixista quando toca parece realmente o Ian Curtis tendo ataques epilépticos e o guitarrista é um sushi man numa guitarra queimadora de amplificadores.
Estive em duas apresentações da banda e, se você ainda não viu, a banda tocará no próximo domingo.
Na primeira apresentação o lugar estava tão escuro e cheio de gente que me perdi bêbado dentro do apartamento onde ocorria a performance e quase pisei na cabeça do vocalista que insistia em cantar deitado sentindo o chulé da galera. Lembro que muitas pessoas sentiram-se ofendidas, mas “A vida é má, estou sofrendo”.
A segunda apresentação era para ser na Praça de bolso do ciclista em um tipo de happy hour Luther Blisset.
Sai do pelourinho e fui direto ao local da apresentação, o sol torrando minha protuberante cabeça que pingava suor, cheguei à praça dez minutos antes e todos descobriram que um operário tomando Brahma não sabia resolver a gambiarra que fizeram e a praça toda estava sem energia.
Sem solução e com a praça cada vez lotada de fixeiros, garotas coldwave, alcoólatras banguelas, manos, picaretas e modistas a banda sentenciou: “Será na calçada do outro lado da rua”, e assim foi.
Arranjaram com uma idosa sua extensão de cortar grama, conectaram na bicicletaria cultural e ligaram os equipamentos junto às caixas de feira. Estava tudo pronto para a festa de arromba na calçada num clima de quarenta graus sete horas da noite.
O som começa e o Roger Smith dos trópicos começa a sentar os dedos no teclado Yamaha, o Ian Curtis em tons epilépticos começa a se jogar pra trás batendo as costas no portão de uma loja e o Sushi man da guitarra conseguiu em quinze segundos de apresentação fazer falecer um amplificador.
Senti um pouco de nervosismo na banda enquanto biarticulados cortavam a rua em meio a um público até tímido/jacu se pensarmos que ali estava o puro creme dos esquecidos e gente com mente torta.
Os equipamentos não estavam dando conta do barulho dos automóveis, do operariado depressivo voltando para casa e a galera policultural que assistia e circulava na área. Desta forma, era muito difícil entender o que o vocalista dos Visions Cover gritava, mas ele falava da vida, sofrimento, drogas e recuperação.
Em dez minutos de apresentação aparecem os anjos azuis, conhecidos como guarda municipal e em algumas regiões da cidade como raça do caralho. Os guardinhas de paróquia já chegaram irritados com armas taser em mão gritaram pra banda “Ou vocês tocam direito ou todo mundo vai tomar eletrochoque”. A banda resolveu não tocar direito e a apresentação durou apenas mais uma música. Após o vocalista agradeceu o público dizendo: “Nós não gostamos de vocês, nós não gostamos de rock, nós não gostamos de Joy Division” momento em que o baixista costurou “Obrigado!”. Aplausos foram ouvidos e o cenário foi se desfazendo e o público outsider foi rumando aos bares para ficar bêbado.
Repetindo, para quem ainda não viu esta miríade do underground, os arautos do rock alternativo, próceres do cenário cultural curitibano, domingo tem mais.


Onde? AOCA (Rua Treze de maio 600, centrão sujo de Curitiba).
Quanto? Dez reais que serão desviados para ajudar uma banda que está vindo de São Paulo.
Que horas? O Boteco vai abrir 16 horas, às canções começam a ser executadas pontualmente uma hora depois.